sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O tempo, senhor da razão
Por Marco Antônio

Nos Estados Unidos no ano de 1955, uma mulher negra foi presa por não ceder o seu lugar no ônibus a uma mulher de cor branca.
Absurdos como este foram motivos de luta contra racismo, perseguições, e até morte de um dos homens mais marcantes e admirados da história da humanidade, redendo-lhe o prêmio nobel da paz, o guerreiro Martin Luther King.
E hoje, 53 anos após o trágico ocorrido, podemos afirmar que o homem mais poderoso do mundo é negro.
O democrata Barack Hussein Obama é senador pelo estado de Illinois e atualmente eleito presidente dos Estados Unidos em uma das mais marcantes eleições americanas.
Advogado pela Universidade de Harvard, defende o aborto do “nascimento parcial” e o casamento gay.
Os americanos esperam mudanças depois de tantos anos de racismo. Que o mundo possa apreciar um lider tão influente atuar diferentemente do seu antecessor George W. Bush.
Gostaria de ir além, confesso que gostaria que Martin L. King vivesse nos dias de hoje e visse um presidente afro-americano filho de um Queniano e uma americana, governando pra todos independentimente de raça, religião ou preferência sexual, exatamente como o grande socialista americano que liderou manifestações não-violentas, que viu sua casa sendo invadida e que foi assassinado lutando e sonhando(“Eu tenho um sonho” discurso em 28/08/1963) com algo maior que é a desigualdade entre seres humanos.


'' ... Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos ... ''Martin Luther King